DEVANEIOS E SANDICES
 
A vida é mesmo simples.Basta o arrepio de um beijo ou nuvens tangíveis no céu
e a cor feito brasa ,reacende.Me entende?


Escrito por La Ginger às 01h53
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Ahh que falta me faz imaginar-te junto ao mar.
Queria te espelhar os preciosos segredos alinhavados ao léu
E que ontem vi uma lua negra no céu.
Contar que pensar em você me apraz,acalma.
Doce carinho na alma.
Mennah


Escrito por La Ginger às 15h21
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E dos teus lábios quentes em que me derretes a vida,

buscas minha saliva e bebes todos os meus líquidos...

Me congelas com teus olhos, me ferves em teus lábios,

Fazendo fumaça de vida sem ti...

 a vida que borbulha em mim busca tua água..

 tua saliva, teu sangue, liquido vermelho, pulsante de vida..

A vida que roubaste minha e que pulsava a procura de ti..

tua vida que agora é minha e faz parte de nós..

a nossa vida que ferva.. esfria, congela, enevoa...

a nossa vida que é vermelha, transparente,

incolor, mas que é vista na vida de quem sabe ver ...

a nossa vida que tu bebeu, sorveu de dentro de nós..

pra dentro de ti, me levando junto..

na era em que teu coração

esquentando o meu..

e dentro da tua boca eu degelo..

escorro por tua garganta, dentro e fora de ti.

 por em ti.. por ti.. para ti..embevecida

 


 

 

 



Escrito por La Ginger às 10h22
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( licença poética )

Pensava que escrevia por timidez, por não saber falar, pelas dificuldades de encarar a verdade enquanto ardia, arvorava, arfava.

Há muitos que ainda acreditam que começaram a escrever pela covardia de abrir a boca.

Nas cartas de amor, por exemplo, eu me declarava para quem gostava pelo papel, e não pela pele, ainda que o caderno seja pele de um figo. O figo, assim como a literatura, é descascado com as unhas, dispensando facas e canivetes.

Não sei descascar laranjas e olhos com as unhas, e sim com os dentes.

Acreditei mesmo que escrever era uma fuga, pedra ignorada, silêncio espalhado, um subterfúgio, que não estava assumindo uma atitude e buscava me esconder, me retrair, me diminuir.

Mas não.

Escrever é queimar o papel de qualquer forma.

Deixar de falar de si para falar como se fosse o outro.

Deixar a solidão da voz para fazer letra acompanhada, emendada, uma dependendo da próxima garfada...
Fabricio Carpinejar



Escrito por La Ginger às 14h35
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Beijo 2011, cheia de desejos e urgências.
Um sopro de ar matinal,
frescura de flores.
No baú antigos amores
que venha o novo.
Que suma o bolor,
não tenho mais espaço para dor.
* edição Maurofotopro


Escrito por La Ginger às 15h49
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Primeiro dia de primavera e quando vi esse céu, parei o carro.
Fechei os olhos e fui buscar  ar lá no alto
da montanha .
O céu então virou um poema que embalou minha alma
tão precisada de afagos ......
Mennah


Escrito por La Ginger às 10h04
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O calor que me acomete é tamanho

e tão profundo

que um poço inteiro poderia beber.

 

Mas, apenas o doce mel

que de seus lábios escorre,

aplacaria tamanha sede,

leve sabor de saudade...

 

Do que ainda não sentimos,

ainda não tivemos,

do que ainda não bebemos juntos

celebrando a lucidez na confusão dos sentidos

 

Seu olho seta certeira,

o corpo nu de pudores

embalando-me

como o vento embala a palmeira

 Mennah

 

 



Escrito por La Ginger às 11h18
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Esta bem. Sei que devo confessar:

Na verdade nem eu mesma  entendo

esse opaco em meu  olhar,

ou porque  me perco tantas e tantas vezes .

Em alguns dias intermináveis

o sorriso  foge para não mais voltar,

as palavras me faltam, o tédio apavora

e a solidão impiedosa aproveita,

 ao meu lado se deita

 à espera de um novo amanhecer

Que nem sempre vem quando chega a aurora.

M.



Escrito por La Ginger às 09h39
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Eu que falei nem pensar...

Uma música embala

O processo doloroso

do vai e vem amoroso.

A rima veio a calhar

Assim como algumas bocas

Desejosas, secas por beijos

esfomeados, suores

Adocicados e

um amor que faça

transbordar.

Mennah



Escrito por La Ginger às 16h17
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Mas quando estamos embevecidos de paixão, inebriados do talvez

 O sangue flui veloz, o peito arfa de outro jeito

 o hálito muda de odor

As papilas desejam o beijo doce

As pupilas se dilatam

As palavras se diluem

Os dedos se desmancham

Os poros abrem subtraindo  suor

Os lábios entreabertos deixam escapar suspiros, gemidos de prazer

e torpor

Perde-se a voz

O pulmão se enobrece

O coração acelera  veloz

Ofegante, incansável

Incurável e sôfrego

Como o amor que perdido se encontra

achado foi

para nunca mais se encontrar.

Mennah e Bah

 

 



Escrito por La Ginger às 15h08
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Mesmo na solidão, onde o vazio
De tão imenso, ocupa todo o espaço,
O escuro não é total e uma nesga de
Luz consegue entrar.

Aperto meus olhos para acostumar
ao negrume e meu coração
Não bate um som oco
Inaudível,
É um sonoro tum tum tum
Que sinto latejar na jugular

Afobada sei que sou desde menina
Ansiedade ou sina?

Minha avó que falava:
Porque essa urgência nos olhos
Filha minha?
Essa incandescência
A febre que não arrefece?
Você tem ciência,
Nunca vais pertencer
À ninguém
Porque impossível será
Domar seus desejos,
E ser dona dos sonhos que passeiam
Confortáveis pelos seus olhos
Mesmo quando você esta a
devanear, sem precisar dormir.

Mennah



Escrito por La Ginger às 09h02
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Aniversário

Festa, eia.

Meu corpo, salpicado de sardas

Traços que instigam,

 movem mares

 maltratando navegantes

Dores profundas que de antes

Sequer deixavam de palpitar o peito.

Efeito suave, sem defeito

quase suspeito

 entre cetins brancos,

Gemidos leves

Gozo aos prantos

Vertigens breves...

Mennah



Escrito por La Ginger às 09h44
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Amava-te com o medo

que assola os amantes

Éramos loucos, errantes

Descompassados na sinfonia

Dos delírios, dos deleites,

pecados e murmúrios

Que fomentam a alma

De prazer,

Inundando o corpo  do desejo

De ser e ter cada vez mais perto



Escrito por La Ginger às 12h12
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Uma lua assim platinada

Tanto me diz e ao mesmo tempo

Absorta em meu pensamento

Não entendo nada

 

Momentos,

Sabores e odores

Misturam-se

E as memórias se confundem

 

O arder que se sente

O querer teimando em

Estar presente

 

A lembrança que se tece

Cura, mas pode matar

Lentamente

Quando ainda se tem,

A paixão,

Latente

 

Mennah



Escrito por La Ginger às 08h58
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Um desejo me consome

Vontade quase febril

Movimentos suaves,

vai e vem de quadril.

Vem! Não dorme.

 

Engole-me faminto

Desejo ardente

Mãos deslizando

Língua explorando

Crave o dente

 

Seu sexo latejante,

Prestes a explodir

Pulsante

O espasmo

Que vem depois

Extenuante...

Mennah



Escrito por La Ginger às 15h04
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