DEVANEIOS E SANDICES
 

Mesmo na solidão, onde o vazio
De tão imenso, ocupa todo o espaço,
O escuro não é total e uma nesga de
Luz consegue entrar.

Aperto meus olhos para acostumar
ao negrume e meu coração
Não bate um som oco
Inaudível,
É um sonoro tum tum tum
Que sinto latejar na jugular

Afobada sei que sou desde menina
Ansiedade ou sina?

Minha avó que falava:
Porque essa urgência nos olhos
Filha minha?
Essa incandescência
A febre que não arrefece?
Você tem ciência,
Nunca vais pertencer
À ninguém
Porque impossível será
Domar seus desejos,
E ser dona dos sonhos que passeiam
Confortáveis pelos seus olhos
Mesmo quando você esta a
devanear, sem precisar dormir.

Mennah



Escrito por La Ginger às 09h02
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Aniversário

Festa, eia.

Meu corpo, salpicado de sardas

Traços que instigam,

 movem mares

 maltratando navegantes

Dores profundas que de antes

Sequer deixavam de palpitar o peito.

Efeito suave, sem defeito

quase suspeito

 entre cetins brancos,

Gemidos leves

Gozo aos prantos

Vertigens breves...

Mennah



Escrito por La Ginger às 09h44
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